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Rapidinha

Vem aí a Tcheca, pessoal!!!
http://biertruppe.blogspot.com/2010/04/vem-ai-tcheca.html
Ai, que saudade.
Um brinde,
Botto

Meus amigos, a partir de agora, pelo menos uma vez por semana, espero, quero ir trazendo pro blog todas as receitas que fiz, ou melhor, pelo menos as que anotei.

primeira receita frente

Este é o grande barato de ser cervejeiro caseiro, o desprendimento pela receita, a vontade de compartilhá-las, assim como todas as demais experiências advindas com a prática do hobby.

É muito bom receber mensagens de amigos, às vezes até desconhecidos, hehehe, perguntando se podem fazer alguma das receitas que coloquei no blog. A resposta é óbvia: mas é CLARO que podem, é um prazer, do contrário não as colocaria aqui. Mais gostoso ainda é receber o feedback de como ficaram as receitas prontas, e de vez em quando até receber umas garrafinhas com as versões dos amigos.

Este é o espírito do cervejeiro caseiro, compartilhar sempre. Até porque não há o que esconder, repito isto sempre, pois como cozinhar, se déssemos os mesmos ingredientes e equipamentos pra dez chefs diferentes, teríamos ao final dez pratos também diferentes. Tudo que fugir disso é reminiscência do passado das grandes, adeptas dos segredos industriais, dos mitos e dos sofismas. Não temos o que esconder, não usamos milho, arroz, matéria primas ruins ou nada que possa denegrir nossa cervejinha, desvalorizando-a ao ter seu processo conhecido, pelo contrário. E se inventamos algo novo, por que não dividir?

Muito bom ver iniciativas como as da cervejaria Colorado, que, fazendo um evento dentro de suas instalações (Brewday), recebe os cervejeiros caseiros e mostra-lhes o processo de produção de sua Índica, pra mim uma das melhores cervejas nacionais, ou as da Falke e da Bamberg, que zelam, acima de tudo, pela qualidade de suas cervejas e chamam os cervejeiros caseiros pra dentro de suas fábricas, mostrando que não têm o que esconder, ao contrário, auxiliando o pessoal a fazer cada vez melhores cervejas também, e, porque não, aprendendo também com a troca de experiências. Cada dia que passa sou mais fã destas três cervejarias, Falke, Bamberg e Colorado, não só pelas maravilhosas cervejas que nos proporcionam, mas principalmente pela forma como tratam a cultura cervejeira.

Voltando ao tópico do post, vamos à minha primeira receita, 20 litrinhos de uma Brown Ale elaborada em 20/12/2005.

De maltes:
Pilsen – 4,1 kg (Agromalte)
Cristal claro, aproximadamente 150 EBC – 0,44 kg
Chocolate – 0,256 kg
Munich – 0,408 kg

Obs: na época era super certinho, hehehe

Água:

30 litros de Minalba, 15 pra brassagem e 15 pra lavagem

Lúpulo:
Galena – 15 g faltando 30 minutos pro final da fervura
Saaz – 13 g faltando 5 minutinhos

Fermento:
US-56, atual S-05

primeira receita verso

A brassagem inicou com a água a 60º, elevei até 64º e mantive nesta por 1 hora. De 64º elevei pra 66º e mantive por 30 min., depois elevando pra 72º e mantendo por outros 30 minutinhos, findos os quais, subi até 78º pra inativação das enzimas.
A fermentação se deu em 5 dias, e na sequência engarrafei direto, fazendo um primming com 8g por litro. Cabe comentar que nas cervejas seguintes deixei de fazer este procedimento, de engarrafar logo depois da fermentação, primando por uma maturação de no mínimo 14 dias no maturador, antes de fazer o primming e engarrafar. A OG foi de 1056, enquanto a FG ficou 1017, o que me deu 5,1% abv.

Esta minha primeira cervejinha ficou show, embora engraçado seja nunca tê-la repetido, o que sempre pretendi.

Sou super desorganizado, pra que tenham idéia, minhas senhas do blog e internet ficam a cargo do Serginho, da Cervejaria Fraga, mas pelo menos uma vez por semana tentarei colocar minhas receitinhas aqui, se possível achando as fichas que utilizava para anotá-las.

Um brinde à amizade cervejeira,

Botto

14 de abril de 2010
Na próxima quarta, dia 14 de abril, o Colher de Pau de Ipanema realizará mais um jantar harmonizado, do qual terei prazer em participar.
Famosa pelos seus doces, a casa decidiu investir nas cervejas e petiscos, e tem feito bonito.
Pros que não a conhecem, vale a visita.
Reservas através do tel 9979-3341, com o Otávio.
Um brinde,
Botto

Por razões de falta de luz, devido às chuvas, não haverá hoje o teste cego de cervejas do Boteco Salvação.

Assim que for remarcado, aviso aqui.

Abraços,

cartaz concurso copy
Como já sabido, meus amigos, e seguindo ao rodízio entre as ACervAs estaduais, neste ano coube à ACervA Gaúcha a realização do 5º Concurso Nacional, evento que ano após ano se consolida como um dos maiores eventos cervejeiros do país, reunindo não só cervejeiros caseiros do Brasil, Argentina, Estados Unidos, Chile e Uruguai, entre outros, mas microcervejarias, degustadores, importadores de cervejas e todos os interessados no desenvolvimento na cultura cervejeira por aqui.
Assim, entre os dias 3 e 5 de junho, em Porto Alegre, faremos a maior festa cervejeira do ano, tenho certeza. Já reservei meu hotel.
cartaz encontro copy
Ah, dentre os jurados teremos a honra de receber o Ray Daniels, famoso cervejeiro norte americano e autor de um dos melhores livros sobre homebrewing que há, o Designing Great Beers. Enquanto os jurados desempenharão seu árduo trabalho, nós cervejeiros participantes, e convidados, desfrutaremos de uma agenda repleta de palestras, brassagens e confraternizações cervejeiras, enriquecendo assim nossos conhecimentos, com o compartilhamento de experiências, e estreitando os laços de amizade que nos unem ao redor da cervejinha nossa de cada dia.
Um brinde e até Porto Alegre,
Botto

Galera reunida ao final do curso
Rock Flu IPA
O final de semana passado foi super intenso, cervejeiro e gratificante.

Se em Ribeirão Preto, terra de muitos e grandes amigos, acontecia o fantástico Brew Day da Cervejaria Colorado, evento em que infelizmente não pude comparecer, pra compensar, aqui tive renovada satisfação em realizar mais um curso de produção caseira de cerveja, no sábado, e, no dia seguinte, poder brindar ao 4º aniversário da rádio Rock Flu com a degustação da Botto Bier Rock Flu IPA, uma American IPA que fiz especialmente pra esta comemoração.

Curso de produção de 27 de março de 2010

Pela ordem cronológica das alegrias, o curso transcorreu às mil maravilhas, e espero que os alunos tenham gostado também, e em breve estejam já produzindo suas cervejinhas. No que precisarem, estou às ordens!!!
Parte teóricaParte prática

O curso é extenso, é verdade, mas com raras exceções o pessoal se manteve atento até o final, o que me faz crer que em breve tenhamos novos
cervejeiros por aí. Que alegria!

Atenção redobrada
cervejas do diamunchen hell cursoweihenstephaner

Durante o dia foram servidas algumas cervejinhas minhas, dentre as quais a produzida no curso anterior, uma oatmeal stout, a Sabá Negro, uma belgian dubbel, uma golden ale com mel e aveia, duas americans pale ale diferentes, e minha munich helles. Além destas, como sempre, tivemos o apoio da On Trade, que além das maravilhosas Weihenstephaners Vitus ainda enviou algumas Eikbiers pra degustação do pessoal.

Quem n  o gostava de abobrinha come  ou a gostar depois

E como saco vazio não pára de pé, o Sr. Fritz caprichou nos quitutes. Obrigado, Sr. Fritz.

cerveja fervendo

No curso fizemos 45 litrinhos de uma Belgian Pale Ale, que daqui a um mês, aproximadamente, será degustada pela turma, motivo de nova reunião cervejeira e mais uma etapa do curso. É muito bom degustar as cervejas dos cursos com os alunos, e assim poder ver suas caras de surpresos com a cerveja produzida.

cervejas produzidas 1

FIM de festa

O curso terminou por volta das 21 horas, ufa, 12 horas de curso, mas ainda ficamos mais um tempo lá no Joá 3000, trabalhando arduamente para diminuir o peso dos barris a serem transportados de volta. Sobrou muita cerveja. Das três uma, to ficando exagerado demais, a galera bebeu pouco ou as cervas não estavam boas, hehehe. Na próxima reunião da ACervA levarei a xepa pra gente finalizar adequadamente. Cheguei em casa já por volta de meia noite, coloquei os baldes na geladeira pra fermentarem, tomei um banho e fui pro berço, pois na manhã seguinte teria ainda muito a fazer pra degustação da Rock Flu IPA, que aconteceria a partir das 13 horas no Bar da Frente.

Mais fotos do curso podem ser vistas através do link http://picasaweb.google.com/aimbere/CursoBotto27032010#.

Botto Bier Rock Flu IPA

Terminado de encher o filtro de lúpulo

Como primeiro vem o prazer, não me deixei descansar muito e logo cedo comecei a montar o Randall. Pros que não sabem, o Randall é um sistema desenvolvido pelo cervejeiro americano da Dog Fish Head, Sam Calagione, no qual é feito um dry hopping com lúpulos em flor entre o barril e a chopeira. Com este processo se consegue solubilizar parte dos óleos essenciais dos lúpulos, responsáveis pelos aromas, passando-os à cerveja com um frescor ímpar. É muito bom!!!

Equipamentos previamente sanitizadosLúpulo em florSistema montado, pronto

A Rock Flu IPA ficou com 7,5% abv (recomenda-se fazer o dry hopping com o randall com cervejas mais alcoolicas, a fim de facilitar a solubilização dos óleos essencias dos lúpulos, extraindo-se assim maior intensidade de aromas), e por ser bem lupulada, amarga e alcoólica, num primeiro momento pensei ter escolhido um estilo errado pra festa da Rock Flu, onde os neófitos cervejeiros seriam maioria.

Gustavo, eu, Serginho e Beto

A escolha do estilo não foi por acaso. Queria que a cerveja fosse alaranjada na cor em homenagem ao bairro que abriga o Clube do Fluminense. E da idéia da laranja queria uma cerveja com toques de aromas cítricos, daí ter preferido variedades americanas, Cascade e Willamete, este pro dry-hopping, uma vez que ambos confeririam os aromas desejados à cerveja, que deveria ainda ser forte e encorpada como o Fluminense, e bonita como sua torcida. Diante do briefing mental que tinha, então, resolvi montar o randall pela segunda vez, e foi um sucesso, todos adoraram a Rock Flu IPA.

galera em volta da cerveja

Por vezes, e erradamente, nutrimos a idéia de que pra ser apreciada por não tão conhecedores, ou amantes, a cerveja deva ter a célebre drinkability, ser leve, fraca, sem alma, porém, depois desta experiência, mais reforçada tenho a idéia de que tendo qualidade, sendo boa a cerveja, ela será apreciada por todos. Com a Tcheca, bohemian pilsener da Biertruppe, já havia constatado situação semelhante, e com esta tive a confirmação que carecemos por demais de cervejas de qualidade, tradicionais, feitas sem medo de agradar aos consumidores. Espero e torço pra que as cervejarias descubram isso, libertando-se da idéia equivocada que o gosto do brasileiro não está preparado pra boas cervejas, quando na verdade não está preparado pro preço cobrado por elas, na maioria das vezes impeditivo.
já no finalzinho do expediente
A insônia é grande e hoje é dia de fazer uma cerveja santa, então é hora de tirar um cochilo, mas antes quis compartilhar com vocês o maravilhoso final de semana passado, repleto de boas cervejas, novas e velhas amizades.

Um brinde,
Botto

No próximo dia 25, último domingo de abril, voltarei a Londrina para mais um curso de produção cervejeira. Será muito bom rever os amigos e o pessoal da primeira turma, que cresceu e já tem produzido bastante, me enchendo de orgulho. Inscrições e mais informações pelo email vinicius@santoprazer.com.br .
curso Londrina

No dia 15 de maio teremos mais uma reedição do curso carioca, no mesmo e maravilhoso local de sempre, o sítio e casa de eventos do Sr. Fritz, o Joá 3000. Para mais informações, acessem a aba Curso de Cerveja Artesanal, ou então escrevam para leonardo@bottobier.com.br .

Curso em Porto Alegre

E pra encerrar o mês de maio, nos dias 28 e 29, teremos dois dias de curso em Porto Alegre. No primeiro faremos uma degustação de alguns estilos clássicos de cerveja, englobando as três tradicionais escolas, a belga, a alemã e a inglesa, todas acompanhadas de pratos carinhosamente preparados pela Cheff e nutricionista Helena Gorziza, a responsável pela harmonização e cardápios do dia, além do que abordaremos conceitos teóricos sobre a cerveja, matérias primas, mitos e algumas de suas histórias. Ah, um teste cego também, que tal? Já no segundo dia teremos a etapa prática, onde acompanharemos a produção de uma batelada de cerveja caseira. Inscrições e mais informações pelo email omestrecervejeiro@gmail.com .

Um brinde,
Botto

Galera,
depois do sucesso do primeiro, o 2º Desafio de Cervejas do Salvação já tem data e hora pra acontecer: dia 07 de abril, das 20 às 22h.
É óbvio que teremos novidades de cervejas neste novo desafio, mas …, surpresa!!!
As inscrições devem ser feitas através do email atendimento@casadamatriz.com.br, e pra quem quiser saber como foi o primeiro, eis aqui os resultados.
Um brinde,
Botto

Troféu do Carlos Câmara
Ontem rolou, como de praxe, nosso churrasquinho bimestral da ACervA Carioca.
Aproveitamos a ocasião pra entregar o troféu pro amigo e ex aluno Carlos Câmara, vencedor da categoria Brown Ale do IV Concurso Nacional das ACervAs, cujo troféu na época fora surrupiado, inacreditavelmente.
Como sempre o evento foi ótimo, e aqui algumas fotos.
Um brinde à ACervA,
Botto

desafio 1
Na última quarta, 17, o Boteco Salvação realizou com sucesso seu 1º Desafio de Cervejas. O evento foi ótimo, pelo menos achei, hehehe, e o mesmo consistiu numa degustação às cegas de 7 cervejas comerciais facilmente encontradas pelo Brasil, a saber: Brahma, Skol, Kaiser Gold, Antártica Original, Nova Schin, Bavária Premium e Itaipava.
Antes de qualquer outra coisa, bom falar que o objetivo do teste não é, ou foi, apontar a melhor cerveja, sabedor de que cada pessoa tem o seu gosto, e qualquer afirmação neste sentido tende a ser subjetiva, mas sim mostrar aos participantes que, dentre as cervejas de massa comercializadas, poucas são as diferenças entre as mesmas. Carecem, pois, as cervejas de personalidade que as distingam umas das outras, e por vezes, inconsciente e tristemente, nos deixamos influenciar tão somente pelo apelo de marketing das indústrias, nutrindo preconceitos equivocados, ruins, que com testes como este se enfraquecem. É este o objetivo maior do Desafio, de uma forma divertida, desmitificar alguns preconceitos, instigando-nos a usar mais nossos sentidos para escolha da nossa cerveja predileta.

Aproveitando um tempinho deste sábado, então, consegui planilhar algumas informações sobre o Desafio de Cervejas do Salvação, as quais compartilho aqui:

Antes de passar à etapa das degustações, os 15 participantes do teste preencheram uma ficha com seus dados, e responderam à algumas perguntas, todas com relação as 7 cervejas do Desafio, tais quais:

Qual a cerveja preferida?

5 disseram preferir a Antártica Original, 5 a Kaiser Gold, 3 a Bavária Premium, e 1 a Brahma.

Qual a bebida com mais assiduidade?

5 disseram beber mais Brahma, 4 Antártica Original, 3 Itaipava, 2 Bavária Premium, e 1 a Kaiser Gold.

Se havia alguma ainda não experimentada, qual?

6 disseram nunca ter bebido a Kaiser Gold, 3 a Nova Schin e 3 a Bavária Premium.

Qual que acredita ser capaz de reconhecer?

6 acreditavam ser capazes de reconhecer a Kaiser Gold; 4 achavam possível reconhecer a Antártica Original, a Brahma e a Bavária Premium; 3 apostavam acertar qual seria a Skol ou a Nova Schin; e apenas 1 acreditava acertar a Itaipava.

Qual a que NUNCA compraria?

10 disseram que nunca comprariam a Nova Schin; 2 disseram nunca comprar a Brahma; 2 disseram nunca comprar a Itaipava; e 1 disse que nunca compraria a Bavária Premium.

Respondidas as questões, fomos às degustações na seguinte ordem: Brahma, Skol, Kaiser Gold, Antartica Original, Nova Schin, Bavária Premium e Itaipava. Uma a uma ia sendo servida e os participantes colocavam na ficha o seu palpite.
desafio 2

Ninguém conseguiu acertar as 7 amostras. O que acertou mais foi o amigo, ex aluno e cervejeiro Sylvestre, que acertou 4 das amostras. Dos demais 14 participantes,6 acertaram apenas 1 amostra, 5 acertaram 2, e 3 acertaram 3.

Durante a degustação foi anunciado o prêmio para quem acertasse as 7 amostras, o que estimulou mais a galera. O prêmio, que acumulou, hehehe, seria um passe com acompanhante para todas as casas do Grupo Matriz, pelo período de 1 mês, e dois livros da editora Record. E quem acertasse mais amostras, independentemente de acertar a todas, ganharia um barril de 15 litros de Botto Bier München Hell. Parabéns, Sylvestre, e vamos combinar pra te entregar seu prêmio.

Opcionalmente, na ficha havia um campo pro pessoal, caso desejasse, colocar uma nota para cada amostra. 7 participantes apenas foram os que preencheram integralmente este campo. As notas dadas por aqueles que não atribuiram nota a todas as amostras foram descartadas, e o resultado foi o seguinte:

Kaiser Gold – 55,5 pontos, e média 7,92;
Brahma – 38,5 pontos, e média 5,5;
Skol – 36,5 e média 5,21;
Bavária Premium – 35,5 e média 5,07;
Nova Schin – 34 pontos e média 4,85;
Antártica Original – 32,5 pontos e 4,64 de média;
Itaipava – 24 pontos e 3,5 de média.

O mais “surpreendente” de tudo foi o resultado da Antártica Original, uma das preferidas segundo lista preenchida pelos participantes, que a colocaram na penúltima colocação contraditoriamente.

Dentre as amostras, as mais acertadas foram:

Kaiser Gold – 13 vezes
Itaipava – 7 vezes
Antártica Original – 3 vezes
Bavária Premium – 2 vezes
Skol – 2 vezes
Brahma – 1 vez
Nova Schin – 1 vez

desafio 3

A Kaiser Gold, de fato, se mostrou bem superior em relação as demais, destoando das outras amostras tanto no aroma e sabor, quanto, e principalmente, na aparência, o que facilitou o acerto da galera do teste.

Ainda não tive tempo de escanear as fichas, pessoal, mas assim que o fizer as enviarei pros emails dos participantes, devo não nego, mas já fica aqui alguns dados coletados do Desafio, a título de curiosidade.

Acho que o Desafio foi surpreendente pra muitos, e, diante da procura, o próximo já se aproxima: que tal dia 7 de abril?

Até lá, então, e com um brinde me despeço.
Botto

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